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Sessão 7 de 28 · 26 de fevereiro de 2026

O Sacrifício na Rocha de Estor e os Cabrutos da Floresta Anciã

Absolus · Rhea · Aletheion · Medesteles · Presthes

Índice de cenas (12)
  1. Arpias Descem sobre a Rocha de Estor
  2. Absolus Consagra a Última Arpia a Thylea
  3. O Martelo de Pythor
  4. O Chifre de Balmytria Foi Roubado
  5. O Rastro Leva à Floresta Densa
  6. Chegada Noturna à Floresta Anciã
  7. Os Cabrutos Emergem das Sombras
  8. Zombaria Cruel Enfurece os Escolhidos
  9. O Primeiro Sangue de Medesteles
  10. O Último Cabruto Cai
  11. Corina Revela o Destino de Seus Amigos
  12. A Descrição da Cornucópia Dourada

A noite de provação na Rocha de Estor chegava ao seu ápice. Cercados pelas últimas crias de Lutheria, os Escolhidos do Oráculo lutavam entre correntes e penhascos batidos pelo vento. Uma arpia mergulhou sobre Absolus, rasgando-o com as garras, mas o centauro resistiu firme. Rhea, presa por um instante ao alcance da criatura, escapou da garra com um giro ágil do próprio corpo e, na sequência, arrancou-lhe uma perna com um golpe brutal de sua arma. Aletheion, amaldiçoando as inimigas com sua magia sombria, cravou uma adaga na garganta de uma arpia com tamanha precisão que a matou instantaneamente, sentindo a corda vocal dela se romper sob a lâmina. Medesteles lançou o medo sobre a última sobrevivente, fazendo-a fugir apavorada pelos ares — mas não antes de ser perfurada por uma rajada de energia arcana que quase a derrubou em pleno voo. Presthes, com suas orações, fechou os ferimentos abertos nos companheiros, mantendo o grupo de pé mesmo sob o ataque repetido das garras aladas. Foi Absolus quem, por fim, selou o destino da última cria de Lutheria: com uma chama ritual, incinerou a criatura em pleno ar, consagrando sua morte a Thylea, mãe da própria Lutheria, em um gesto de profunda desafronta divina. No instante seguinte, a pedra sob os pés dos heróis pareceu aquecer-se, acolhedora — uma bênção concedida pelo sacrifício realizado em nome da deusa do mar.

A noite passou em silêncio. Nuvens cobriram as estrelas e a própria lua cheia, mas nada mais veio atacá-los; ao amanhecer, os centauros guardiões desistiram de vigiar, convencidos de que nada mais aconteceria. Foi então que o comandante Gaius e seus capitães se aproximaram da praia, acompanhados por curiosos, e encontraram os Escolhidos vivos e praticamente ilesos. O espanto de Gaius era visível — ele exigiu saber onde estavam as criaturas de Sydon vindas buscar o sacrifício, e chegou a insinuar que deveriam permanecer acorrentados por mais uma noite. Mas diante da recusa do grupo e da evidência de que a provação fora cumprida, o comandante cedeu: a dívida do sacrifício estava paga, e ordenou aos capitães que libertassem os heróis.

Escoltados até a cidade, os Escolhidos foram recebidos com festa: sorrisos, aplausos e um clima de esperança que a cidade não sentia desde a chegada deles. No palácio, o rei Pythor, já embriagado de alegria por tê-los visto sobreviver à noite inteira, recebeu cada um com abraços esmagadores e tapinhas nas costas capazes de arrancar o fôlego. Declarando gratidão eterna aos guerreiros da profecia, Pythor anunciou que seus dias de luta haviam terminado e que era hora de passar adiante o Martelo de Pythor — a arma de guerra lendária que fora presente de seu próprio pai. Ofereceu-a a Presthes, dizendo que ele havia se mostrado melhor que qualquer guerreiro de sua geração, e ainda estendeu a possibilidade de entregá-lo à futura companheira de seu filho. Ao grupo, Pythor concedeu ainda uma lança de prata em reconhecimento pela lança que haviam lhe oferecido antes. Diante de todos, o rei fez ecoar sua voz pelo castelo e pela cidade inteira, declarando uma semana de festivais e celebrações em homenagem aos heróis.

Apesar do convite à festa, o grupo sabia que o trabalho não estava terminado — ainda restavam tarefas a cumprir: forjar as armas do Lorde Dragão junto aos anões da cidade e recuperar o Chifre do Dragão guardado no relicário sagrado. Presthes procurou o pai em busca de orientação, e apesar da tensão entre Rhea e o rei — resquício de um relacionamento antigo e conturbado entre ele e a mãe dela —, Pythor confirmou que o chifre estava guardado em um santuário no fim de uma rua tranquila, erguido na encosta da montanha. Decidiram então seguir primeiro para lá.

O Santuário do Dragão Balmytria revelou-se um imponente edifício de alvenaria com uma cúpula de cobre e portas de mármore entalhadas com a imagem de um dragão, as inscrições em dracônico celebrando o nome de Balmytria, um dragão lendário. Dentro, o cheiro de incenso e o murmúrio de preces em dracônico preenchiam o ar, enquanto sacerdotes entoavam os grandes feitos da criatura venerada. Os Escolhidos foram recebidos por Exopo, o sacerdote elfo que guardava o santuário havia trezentos e oitenta anos, um homem de história longa e ligada à própria libertação de seu povo da escravidão humana. Ao saber do propósito da visita, Exopo revelou a verdade dolorosa: durante a confusão da noite do sacrifício, o relicário fora assaltado e o Chifre de Balmytria, roubado. Solidário à causa dos heróis, ele os conduziu até a pequena capela onde o relicário ficava guardado — um recinto de três alcovas protegidas por vidro, a central agora estilhaçada, com manchas escuras espalhadas pelo chão ao redor.

Medesteles, com seu olhar atento de investigador, examinou a cena e concluiu que as manchas eram de vinho — derramado, ao que tudo indicava, por alguém que não percebera um caco de vidro furando seu odre durante a fuga. Entre as manchas, identificou pequenas pegadas em formato de casco, e seguiu o rastro até uma viela ao lado do prédio. Ciente de suas obrigações com o povo e as outras relíquias sob sua guarda, Exopo não pôde acompanhar a investigação, mas desejou sinceramente que os heróis da profecia encontrassem o chifre roubado. O grupo seguiu a trilha de manchas de vinho pelas ruas da cidade até o portão principal — mas ali, em meio ao vaivém de guardas e transeuntes, o rastro visível se perdia por completo.

Sem pistas físicas restantes, Absolus recorreu a um ritual arcano de detecção mágica, e após alguns minutos de concentração, percebeu algo que os olhos comuns não podiam ver: as próprias manchas de vinho emanavam uma sutil energia mágica, revelando um rastro invisível que continuava além do portão. Depois de uma noite de descanso para recuperar as forças, o grupo retomou a perseguição na manhã seguinte. O rastro os conduziu numa longa volta pela cidade, contornando o portão norte por cima da muralha e descendo do outro lado, atravessando becos e ruas até alcançar o portão sul. De lá, seguiram ao longo do curso de um rio, deixando muito para trás o próprio santuário de Balmytria, avançando cada vez mais para o sul — muito além do que qualquer um deles esperava. A jornada se estendeu por quase vinte quilômetros, até que a paisagem começou a mudar: as árvores se fechavam, a luz do sol mal conseguia furar as copas cada vez mais densas, e a floresta ao redor foi ficando escura e silenciosa, engolindo os Escolhidos do Oráculo em sua perseguição ao ladrão do Chifre de Balmytria.

A marcha começara ainda ao meio-dia, quase vinte quilômetros de equipamento nas costas, e foi já sob o luar que os Escolhidos do Oráculo alcançaram a Floresta Anciã. Mal a clareira se revelou diante deles, avistaram uma horda de pequenas criaturas caprinas — os temidos cabrutos — cercando uma jovem caída ao chão. Sem hesitar, o grupo avançou para intervir, e os pequenos monstros, entre grunhidos e risadas cruéis, se voltaram contra os recém-chegados.

O combate começou com escárnio antes mesmo do primeiro golpe: um dos cabrutos zombou de Presthes, chamando-o de comedor de esterco e cuspindo insultos sobre sua aparência. O paladino manteve a compostura e não se deixou levar pela provocação, mas segundos depois uma pedrada disparada de uma funda o atingiu em cheio, um golpe certeiro que o fez cambalear. Pouco depois, outro cabruto voltou sua língua afiada contra Rhea, debochando do tamanho de seus chifres — e dessa vez o veneno das palavras encontrou alvo. A minotaura perdeu toda a lucidez, tomada por uma fúria cega que a deixou capaz apenas de atacar às cegas, sem mira nem cautela.

Em meio ao caos, Presthes invocou uma bênção sagrada sobre Rhea, sobre si mesmo e sobre Medesteles, fortalecendo sua vontade contra o descontrole. Quase ao mesmo tempo, chamas mágicas consumiram o cabruto que atormentava Rhea, e a fúria que a cegava se dissipou no instante em que a criatura tombou morta. Mas a trégua durou pouco: um novo cabruto lançou zombarias tanto contra Presthes quanto contra Absolus, e ambos sucumbiram ao mesmo descontrole insano que já dominara Rhea, reduzidos a golpear cegamente diante de si. Foi nesse estado que Absolus recebeu uma pedrada certeira e brutal, um golpe que abriu um talho profundo e o fez cambalear de dor — e, momentos depois, outra pedra o acertou de novo, arrancada quase por diversão pelo cabruto responsável.

Ainda dominado pela raiva incontrolável, Presthes descobriu que não conseguia mais invocar suas chamas sagradas; obrigado a golpear com sua lança, avançou contra o inimigo mais próximo, mas o ataque desesperado passou longe. Foi Aletheion, o único que permanecera imune ao escárnio dos cabrutos, quem resolveu a situação: com precisão fria, abateu o cabruto que atormentava Presthes, libertando o paladino da fúria que o consumia. Livre novamente de sua própria mente, Rhea ergueu sua arma com fúria bárbara genuína — não mais a loucura imposta pelo inimigo, mas a sua própria ira de guerra — e derrubou mais um dos caprinos.

Restava apenas um cabruto, e ele fez questão de deixar sua marca: lançou uma pedra contra Medesteles, e mesmo com a proteção arcana que Absolus conjurara para desviar o golpe, a pedra o atingiu em cheio no rosto. Foi a primeira vez que o mago sangrou em batalha, um ferimento que arrancou risos incrédulos de seus companheiros diante de sua aparente invulnerabilidade até então. Já sem forças para continuar a provocação, o último cabruto foi finalmente abatido pelos heróis, encerrando o massacre na clareira silenciosa.

Com os inimigos mortos, o grupo se voltou para a jovem sobrevivente, encontrada encolhida no chão, o rosto sujo de terra e banhado em lágrimas. Rhea e Presthes se aproximaram para ampará-la, e aos poucos ela conseguiu falar: chamava-se Corina, filha de Teryclis, de uma família dona de uma fazenda de vinho na cidade de Estoria. Contou, entre soluços, que ela e seus amigos haviam recebido um convite de uma mulher belíssima chamada Demetria, que prometia riqueza e fama a quem a seguisse até aquele lugar. Um homem tentara alertá-los para que fugissem, mas ninguém compreendera o aviso a tempo — e agora Corina temia que todos os seus amigos estivessem mortos, tendo escapado apenas graças ao sacrifício deles.

Quando os heróis explicaram que buscavam um artefato conhecido como o chifre de dragão, os olhos de Corina se acenderam em reconhecimento: ela vira, no templo esquecido para onde Demetria os levara, um objeto dourado em formato de chifre — que na verdade parecia mais uma garrafa. Uma cornucópia. A descrição batia exatamente com a lenda que motivara a primeira missão oficial dos Escolhidos do Oráculo. Diante da possibilidade de reencontrar seus amigos vivos, e sabendo que o caminho dos heróis levava exatamente para lá, Corina se ofereceu para guiá-los até a entrada do templo antes de seguir de volta, sozinha e protegida, até a segurança da casa de seu pai.

Apresentações rápidas se seguiram — Presthes e Rhea se apresentaram formalmente à garota assustada, que finalmente revelou seu nome por completo — e o pacto ficou selado: os heróis a escoltariam e, com sua ajuda, encontrariam o caminho até o templo escondido na Floresta Anciã. Foi assim, sob o breu da noite e o peso da provação recém-vencida, que o grupo retomou a marcha mata adentro, rumo ao templo onde o destino do chifre de dragão — e talvez de vidas ainda por salvar — os aguardava.

9 de 12 imagens desta sessão ainda não passaram por revisão completa (marcadas abaixo) — poses, detalhes e até personagens inteiros podem mudar.

A noite, cena a cena

01
Abertura de combate

Arpias Descem sobre a Rocha de Estor

Acorrentados à Rocha de Estor sob a lua cheia no lugar da princesa Anora, os cinco Escolhidos veem arpias — crias da titã Lutheria — mergulharem das trevas para atacá-los, garras estendidas, iniciando a provação final do sacrifício.

02
Golpe final

Absolus Consagra a Última Arpia a Thylea

Com a última arpia abatida, Absolus realiza um ritual de Produce Flame sobre o corpo da criatura, consagrando sua morte à deusa Thylea — um gesto de reverência que lhes rende uma bênção divina ao amanhecer.

03
Momento de personagem

O Martelo de Pythor

De volta ao palácio em festa, o rei Pythor presenteia Presthes com seu lendário martelo de guerra — arma que pertenceu a seu próprio pai — reconhecendo publicamente o filho como herdeiro de seu legado.

04
Revelação

O Chifre de Balmytria Foi Roubado

No Santuário do Dragão Balmytria, o sacerdote elfo Exopo revela ao grupo que o relicário foi assaltado na noite de confusão do sacrifício — o lendário Chifre de Balmytria desapareceu.

05
Revelação

O Rastro Leva à Floresta Densa

Seguindo manchas de vinho derramado e pequenas pegadas de casco através de um rastro mágico, o grupo deixa a cidade para trás e se aprofunda 20 quilômetros ao sul, numa floresta cada vez mais densa, em perseguição ao ladrão do chifre.

06
Ambiente

Chegada Noturna à Floresta Anciã

Após uma longa marcha de quase 20 km, os Escolhidos do Oráculo chegam de noite a uma clareira da Floresta Anciã, iluminados apenas pelo luar. Aletheion avança à frente do grupo, silhueta ameaçadora sob a lua.

07
Abertura de combate

Os Cabrutos Emergem das Sombras

Uma meia dúzia de cabrutos — pequenas criaturas caprinas com menos de um metro e meio de altura — são avistados na clareira, ao lado de uma jovem caída no chão. O grupo saca armas e rola iniciativa para o combate.

08
Momento de personagem

Zombaria Cruel Enfurece os Escolhidos

Um cabruto grita insultos cruéis a Presthes — “seu comedor de esterco”, “não tem carne nos ossos” — e arremessa uma pedrada certeira em sua cabeça com uma funda. A provocação toma conta da mente do paladino, que perde o controle e só consegue atacar, com desvantagem.

09
Momento de personagem

O Primeiro Sangue de Medesteles

Pela primeira vez em toda a campanha, Medesteles sangra: um cabruto acerta uma pedrada crítica em sua cabeça careca com a funda. O golpe é tão certeiro que o grupo brinca que ele foi “pulverizado”.

10
Golpe final

O Último Cabruto Cai

Com a horda reduzida a um único inimigo, o grupo une esforços e acerta o golpe final, encerrando o combate contra os cabrutos.

11
Revelação

Corina Revela o Destino de Seus Amigos

A jovem sobrevivente, Corina, filha de Teryclis, chora caída no chão enquanto conta que ela e seus amigos foram atraídos até ali por uma bela mulher chamada Demetria, que prometia riqueza e fama. Ela teme que todos os outros tenham morrido.

12
Revelação

A Descrição da Cornucópia Dourada

Corina descreve um objeto dourado em formato de chifre visto no templo perdido — uma cornucópia — que corresponde exatamente ao lendário chifre de dragão que motivou a primeira missão oficial do grupo.

Ficha da sessão

Locais visitados

  • Rocha de Estor — Cenário final da noite de sacrifício: os Escolhidos resistiram ao ataque das últimas arpias e, ao amanhecer, foram encontrados vivos pelo comandante Gaius, que reconheceu a dívida do sacrifício como paga e os libertou.
  • Palácio de Pythor — O rei Pythor celebrou a sobrevivência dos heróis com uma festa, presenteou Presthes com o lendário Martelo de Pythor e ofereceu uma lança de prata ao grupo, além de declarar uma semana de festivais em sua honra.
  • Santuário do Dragão Balmytria — Templo erguido na encosta da montanha, guardado pelo sacerdote elfo Exopo há 380 anos; o grupo descobriu ali que o relicário sagrado fora assaltado e o Chifre de Balmytria roubado, e investigou a cena encontrando manchas de vinho e pegadas de casco deixadas pelo ladrão.
  • Portão da cidade e floresta ao sul — O rastro do ladrão se perdeu junto ao portão principal da cidade, mas foi retomado por meios mágicos, conduzindo o grupo numa longa volta pela cidade, saída pelo portão sul, e por quase 20 quilômetros ao longo de um rio até uma floresta densa e escura.
  • Floresta Anciã — Clareira noturna onde os Escolhidos do Oráculo enfrentaram a horda de cabrutos e resgataram Corina; ponto de partida da jornada rumo ao templo esquecido onde se esconde o lendário chifre de dragão.

Batalhas

  • Arpias (crias de Lutheria) vitória

    Na Rocha de Estor, durante a noite de sacrifício, os Escolhidos do Oráculo enfrentaram as últimas arpias remanescentes, resistindo a garras e investidas aéreas. Rhea e Aletheion abateram as criaturas em combate corpo a corpo, Medesteles as fez fugir com um feitiço de medo, e Absolus encerrou o confronto incinerando a última sobrevivente em pleno voo, consagrando sua morte a Thylea e recebendo uma bênção divina como recompensa.

  • Horda de cabrutos vitória

    Uma horda de pequenas criaturas caprinas cercava Corina na Floresta Anciã. Os cabrutos usaram zombarias cruéis para enfurecer cegamente vários heróis, forçando-os a atacar sem controle e com desvantagem, enquanto atacavam com fundas certeiras — incluindo golpes críticos em Presthes, Absolus e Medesteles. O grupo respondeu com magia de bênção, fogo mágico e ataques físicos, eliminando um a um os cabrutos até exterminar toda a horda.

Momentos-chave

  • Momento de personagem Absolus consagrou a morte da última arpia a Thylea com um ritual de fogo, um gesto de desafio profano contra Lutheria que rendeu ao grupo uma bênção divina.

    Absolus

  • Revelação O comandante Gaius, atônito ao encontrar os heróis vivos e praticamente ilesos após a noite de sacrifício, foi obrigado a reconhecer a dívida como paga e libertá-los.
  • Momento de personagem O rei Pythor entregou a Presthes o Martelo de Pythor, arma lendária herdada de seu próprio pai, como reconhecimento por sua bravura.

    Presthes

  • Revelação O sacerdote Exopo revelou que o Chifre de Balmytria havia sido roubado do relicário durante a confusão da noite do sacrifício, lançando o grupo em uma nova investigação.
  • Evento Seguindo manchas de vinho e um rastro mágico invisível, os Escolhidos do Oráculo perseguiram o ladrão do chifre por quase 20 quilômetros para fora da cidade, adentrando uma floresta cada vez mais densa e escura.
  • Revelação Corina revela ter visto no templo esquecido um objeto dourado em formato de chifre que na verdade era uma garrafa — uma cornucópia —, correspondendo exatamente ao lendário chifre de dragão que o grupo busca em sua primeira missão.
  • Perigo ambiental Rhea, Absolus e Presthes foram, em momentos distintos, dominados por uma fúria cega provocada pelas zombarias dos cabrutos, perdendo o controle mental e sendo forçados a atacar de forma descuidada.

    Rhea, Absolus, Presthes

  • Momento de personagem Medesteles sofreu seu primeiro ferimento sangrento em combate, atingido por uma pedrada mesmo protegido por uma magia defensiva de Absolus.

    Medesteles, Absolus

  • Evento Os heróis resgataram Corina, sobrevivente ferida e em prantos, filha de Teryclis, cujos amigos foram atraídos e possivelmente mortos pela misteriosa Demetria, que prometia riqueza e fama.

    Presthes, Rhea