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Sessão 14 de 28 · 7 de maio de 2026

A Petrificação de Rhea na Mina de Mitral

Presthes · Aletheion · Absolus · Rhea · Medesteles

Índice de cenas (10)
  1. Rhea Desperta da Petrificação
  2. Os Cães da Morte Despertam de Novo
  3. O Shatter de Aletheion Dizima a Matilha
  4. Presthes Cai Inconsciente
  5. A Armadilha de Óleo do Elevador de Bronze
  6. Salaces, a Salamandra Aprisionada por Volkan
  7. O Jovem Cerberus Surge Diante de Presthes
  8. Presthes Cai Pela Segunda Vez
  9. Rhea Decapita o Cerberus
  10. A Fresta de Liberdade de Salaces

Os Escolhidos do Oráculo se reuniram em torno do corpo de pedra de Rhea, ainda petrificada pelo veneno da cocatriz vencida horas antes. Nenhum deles conseguia decifrar como reverter aquilo sozinho, e foi então que Kyrah — a entidade que os acompanha desde o início da jornada, a quem Presthes brincava de chamar carinhosamente de 'avô' — se manifestou para orientá-los. Com uma parábola sobre duas pragas que transformam carne em pedra — uma mais lenta e implacável, outra rápida porém frágil — ela guiou o grupo a entender que o mal que acometera Rhea, por agir depressa, era o mais fraco dos dois: bastava a morte da criatura que o causara, algo que o grupo já havia providenciado, e o tempo faria o resto. Aliviados, decidiram levar a amiga petrificada e o restante do grupo até a entrada da mina, perto da cachoeira, onde Medesteles enfim pôde lavar a sujeira repugnante que o cobria desde o confronto com a cocatriz, Absolus limpou sua armadura emporcalhada, e todos se acomodaram para um longo repouso que se estenderia por um dia inteiro.

Quando o sol simbólico daquele descanso se pôs e nasceu de novo, Rhea despertou de sua prisão de pedra, viva e inteira. Mas o mesmo veneno que a petrificara também prendera os cães de duas cabeças da antiga matilha da mina — e, ao se desfazer o feitiço sobre ela, desfez-se também sobre as bestas, que despertaram enfurecidas bem no meio do acampamento improvisado do grupo. A emboscada foi brutal: os cães avançaram mordendo Presthes e Rhea de todos os lados, quase os dilacerando nos primeiros instantes. Aletheion respondeu com uma explosão de energia arcana devastadora que se espalhou por toda a sala, estilhaçando a maioria da matilha — mas o mesmo estrondo atingiu Presthes em cheio, derrubando-o inconsciente e à beira da morte, agarrado entre a vida e o vazio enquanto o paladino lutava para não sucumbir. Foi só graças à intervenção urgente de Absolus, que invocou um espírito curador e impôs as mãos sobre o corpo caído do amigo, que Presthes voltou a respirar e a se levantar para terminar o que havia começado. Rhea, tomada pela fúria, prendeu e abateu um dos últimos cães, e Aletheion selou a vitória incinerando a última criatura com um lampejo de fogo.

Com a matilha destruída e a exaustão ainda latente nos ombros, o grupo retomou a exploração da mina de Mitral em busca de um caminho para as profundezas. Depois de vasculhar em vão os salões já conhecidos das cocatrizes, encontraram, escondida na pedra, uma porta de bronze que dava para um antigo elevador anão decorado com cabeças de dragão esculpidas, de bocas escancaradas como se rosnassem para os intrusos. Ao acionarem o mecanismo e começarem a descer, um estalo metálico anunciou o perigo: óleo escuro e pegajoso começou a jorrar de dutos ocultos no teto e no piso, encharcando cada um deles enquanto, ao longe, um chiado de fogo se acendia, prestes a transformar a câmara de bronze numa fornalha. Em meio ao pânico, encontraram um dispositivo em forma de gramofone que exigia uma senha para desativar a armadilha. Tentaram o nome da região, tentaram o nome da própria mina — nada funcionou —, até que Absolus, lembrando das decorações de dragão gravadas nas paredes, gritou a palavra certa em dracônico. O mecanismo parou no exato instante em que as chamas estavam prestes a irromper, e todos escaparam ilesos, ainda escorrendo óleo mas vivos.

Já no fundo da mina, avisados sobre a senha, os demais companheiros desceram em segurança. Ali encontraram um antigo arsenal anão completamente saqueado, fileiras de armas e armaduras tombadas e corroídas entre pilhas de ossos e entulho — mas, remexendo os destroços, Absolus descobriu uma adaga élfica de mithril ainda intacta e imbuída de magia, que foi entregue a Aletheion. Mais adiante, encontraram uma vasta câmara dominada por um lago de lava incandescente, sobre o qual nadava uma criatura de fogo puro, e junto às margens da rocha, uma esfera de bronze ornamentada apoiada sobre quatro patas, vigiada por dois cães de duas cabeças adormecidos ao seu redor. Presthes se aproximou e conseguiu se comunicar com a criatura na língua das chamas: ela se chamava Salaces e revelou, com amargura, ter sido enganada pelos anões daquele lugar — e, pior, pelo próprio deus ferreiro Volkan, que a convocara de seu plano de origem sob pretexto de diversão e a aprisionara ali para forjar armas em seu nome. Para provar que não estavam aliados aos anões, os aventureiros lhe mostraram os crânios que carregavam consigo, recolhidos de inimigos já derrotados. Convencida, Salaces pediu ajuda para se libertar de três amarras: o cárcere que a prendia, a armadilha que impedia sua fuga, e o contrato mágico que a escravizava.

Mal havia terminado de falar, porém, Salaces convocou seu guardião — um jovem Cérbero de três cabeças, acompanhado por mais cães da morte — que irrompeu por uma passagem dimensional bem diante de Presthes. O combate que se seguiu foi um dos mais próximos da destruição total que o grupo já enfrentou: o Cérbero atingia quase tudo o que mordia, derrubando Presthes à beira da morte em questão de instantes e ameaçando fazer o mesmo com todos os outros. Só a intervenção conjunta salvou a expedição — Kyrah convocou dois aliados espectrais, Bóris e Oromiz, que atacaram a fera com fogo e lâminas fantasmas, e ela mesma correu para dentro da briga golpeando o monstro com um martelo; e a salamandra Salaces, cumprindo sua palavra, lançou dardos de lava e golpes de cauda incandescente contra a criatura que a mantinha cativa havia tanto tempo. No caos da batalha, Salaces, ao avistar Kyrah lutando ao lado dos aventureiros, confundiu-a por um instante com o próprio Volkan, seu algoz — engano rapidamente desfeito entre risos nervosos e explicações. Foi Rhea quem, finalmente, decepou a cabeça central do Cérbero, encerrando a ameaça e arrancando da fera seu último fôlego.

Com a fera abatida e a poeira baixando, restava ainda cumprir a promessa feita a Salaces. Ela explicou que o dispositivo de bronze que a prendia fora projetado pelos próprios anões para nunca falhar, soltando rajadas de frio mortal sempre que ela tentava escapar — e que a única forma segura de desativá-lo de vez seria destruindo a esfera por completo. Sem tempo ou recursos para isso naquele momento, Medesteles tentou ao menos emperrar o mecanismo com uma descarga de energia, abrindo uma brecha para que Salaces tentasse fugir. A salamandra deslizou pela abertura, olhou para trás sem acreditar que havia funcionado, e seguiu em frente — mas, passados poucos instantes, o mecanismo voltou a funcionar normalmente, encerrando de novo a jaula que por tanto tempo a mantivera presa. A libertação definitiva de Salaces, e o destino final do contrato que a escraviza a Volkan, ficaram pendentes para a próxima incursão dos Escolhidos do Oráculo.

10 de 10 imagens desta sessão ainda não passaram por revisão completa (marcadas abaixo) — poses, detalhes e até personagens inteiros podem mudar.

A noite, cena a cena

01
Ambiente

Rhea Desperta da Petrificação

No campo improvisado dentro da Mina de Mitral, Rhea finalmente recupera a forma original após o veneno da cocatriz — pele e pelo voltando a se mover onde antes só havia pedra fria. O grupo observa em silêncio tenso, sabendo que precisará de 24 horas de descanso antes de seguir em frente.

02
Abertura de combate

Os Cães da Morte Despertam de Novo

Enquanto o grupo descansa, os cães da morte de duas cabeças — antes petrificados pela cocatriz — voltam subitamente à vida ao redor deles, rosnando e avançando de todos os lados da câmara.

03
Golpe final

O Shatter de Aletheion Dizima a Matilha

Aletheion detona um Shatter devastador no centro da matilha, destroçando quase todos os cães da morte de uma só vez — mas o estilhaço da magia também atinge Presthes, que está perto demais da explosão.

04
Perigo ambiental

Presthes Cai Inconsciente

Ferido pelo próprio Shatter de Aletheion e pelas mordidas dos cães remanescentes, Presthes finalmente desaba inconsciente no chão da mina, chegando a falhar testes de morte antes de Absolus conseguir estabilizá-lo.

05
Perigo ambiental

A Armadilha de Óleo do Elevador de Bronze

Dentro do elevador de bronze decorado com cabeças de dragão, óleo negro e inflamável começa a jorrar das bocas esculpidas enquanto o grupo desce — só a palavra de segurança em dracônico, 'dragão', gritada a tempo, impede que sejam incinerados.

06
Revelação

Salaces, a Salamandra Aprisionada por Volkan

Nas profundezas da mina, o grupo encontra Salaces, uma salamandra de fogo presa há séculos por um contrato enganoso do próprio deus ferreiro Volkan, forçada a forjar armas em seu nome. Ela implora por ajuda para se libertar.

07
Abertura de combate

O Jovem Cerberus Surge Diante de Presthes

Ainda encharcado de óleo do elevador, o grupo é surpreendido por um jovem Cerberus de três cabeças e sua matilha de cães, que atacam sem aviso na câmara da lava.

08
Perigo ambiental

Presthes Cai Pela Segunda Vez

Dilacerado pelas mordidas do Cerberus, Presthes desaba inconsciente uma segunda vez na mesma sessão, e a fera já mira sua próxima mordida em Rhea.

09
Golpe final

Rhea Decapita o Cerberus

Com a ajuda dos espíritos invocados por Kyrah e da própria Salaces entrando na luta, o grupo vira o combate — e é Rhea quem desfere o golpe final, decapitando o jovem Cerberus com um golpe brutal de seu machado.

10
Momento de personagem

A Fresta de Liberdade de Salaces

Exausto mas vitorioso, o grupo consegue emperrar por instantes o mecanismo que prende Salaces, e a salamandra quase escapa antes que o dispositivo volte a travá-la — a libertação definitiva terá que esperar.

Ficha da sessão

Locais visitados

  • Entrada da mina de Mitral (perto da cachoeira) — Local escolhido pelo grupo para se lavar e realizar um descanso de 24 horas, interrompido pelo ataque dos cães da morte reanimados.
  • Elevador de bronze com cabeças de dragão — Antigo mecanismo anão que, ao ser acionado, dispara uma armadilha de óleo e fogo; desativada ao se pronunciar a palavra 'dragão' em dracônico.
  • Arsenal saqueado — Sala com armas e armaduras tombadas e corroídas, onde Absolus encontrou uma adaga de mithril mágica intacta entre os destroços.
  • Câmara de lava — Vasta sala dominada por um lago de lava onde a salamandra Salaces está aprisionada dentro de uma esfera de bronze guardada por cães da morte e, posteriormente, por um Cerberus invocado.

Batalhas

  • Matilha de cães da morte reanimados vitória

    Ao despertar Rhea da petrificação, os cães da morte que também haviam sido petrificados voltaram à vida e emboscaram o acampamento; o Shatter de Aletheion dizimou a matilha mas também derrubou Presthes, que só sobreviveu graças às curas urgentes de Absolus.

  • Cerberus jovem e matilha invocada por Salaces vitória

    Ao pedir ajuda, Salaces invocou sem aviso um jovem Cérbero de três cabeças que quase dizimou o grupo sozinho; a vitória só veio com o auxílio dos espíritos convocados por Kyrah, da própria Kyrah lutando corpo a corpo e da salamandra Salaces, culminando na decapitação da fera por Rhea.

Momentos-chave

  • Revelação O espírito de Kyrah revela ao grupo que a petrificação de Rhea, embora mais rápida, é a mais fraca das duas conhecidas e se reverte com a morte da criatura causadora — já providenciada.

    Presthes, Rhea

  • Perigo ambiental Durante o descanso, os cães da morte reanimados emboscam o grupo; o Shatter de Aletheion dizima a matilha mas também derruba Presthes à beira da morte, salvo pelas curas de Absolus.

    Presthes, Aletheion, Absolus

  • Perigo ambiental O grupo decifra a senha em dracônico ('dragão') que desativa a armadilha de óleo inflamável do elevador de bronze, escapando por pouco de serem incinerados.

    Medesteles, Absolus, Rhea, Presthes, Aletheion

  • Revelação O grupo encontra Salaces, uma salamandra de fogo enganada pelos anões e pelo deus ferreiro Volkan, aprisionada havia muito tempo para forjar armas contra sua vontade.
  • Evento Um Cerberus jovem invocado por Salaces quase dizima o grupo; só a ajuda dos espíritos convocados por Kyrah e da própria salamandra evita a tragédia, culminando na decapitação da fera por Rhea.

    Rhea, Presthes

  • Evento A tentativa de emperrar o mecanismo que prende Salaces permite sua fuga por poucos segundos, mas o dispositivo volta a funcionar, deixando a libertação definitiva pendente.

    Medesteles