No grupo desde A Reunião na Vin de Maacre
Rhea
Minotaura · Bárbara
- Raça
- Minotaura
- Classe
- Bárbara
- Papel no grupo
- Combate corpo a corpo / brutalidade / coração do grupo
- Jogador(a)
- Rhea
- Aparece em
- 26 sessões
- Primeira sessão
- A Reunião na Vin de Maacre
Aparência
Minotaura fêmea robusta e musculosa. Grandes chifres curvos dourado-amarelados. Cabelo preto longo em trança. Pele marrom-acobreada. Focinho bovino suave. Brinco dourado na orelha. Veste blusa branca de ombros abertos (camponesa) e saia azul floral. Cinto largo de couro marrom com sinos e amuletos pendurados. Braçadeiras de couro. Empunha um enorme machado de duas mãos. Expressão determinada e levemente melancólica. Fundo de construção de pedra.
Armas & magias
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massive two-handed greataxe with a heavy iron head
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Barbarian Rage
surging red battle fury aura, veins visibly pulsing, fierce war cry, eyes wide with primal ferocity
Momentos na campanha
Momento de personagem
Construção da história de fundo de Rhea: capturada na juventude e treinada como arma viva/força bruta, escapou do cativeiro carregando estresse pós-traumático, e teve o próprio filho sequestrado anos depois — motivação para partir em aventura em busca dele.
Momento de personagem
A estalajadeira Éthala reconhece Rhea como a lendária guerreira da 'batalha das correntes', em que ela entrou em um frenesi capaz de matar até os próprios aliados — e oferece hospedagem gratuita ao grupo em sinal de admiração.
Momento de personagem
Rhea confidencia a Absolus — sendo secretamente ouvida por Aletheion — que acredita que o titã Aptor foi quem sequestrou seu filho, possivelmente para usá-lo como arma na guerra iminente com o enfraquecimento do Juramento da Paz.
Perigo ambiental
Durante o combate contra os mephites, Absolus fica sem batimentos cardíacos detectáveis por um momento angustiante antes de Rhea confirmar, aliviada, que ele continua vivo.
Perigo ambiental
Rhea e Presthes caem inconscientes múltiplas vezes durante a batalha contra Breka, sendo reanimados repetidamente por curas de emergência de Presthes e Medesteles, numa luta que quase termina em tragédia para o grupo.
Perigo ambiental
A megera do mar quase exterminou o grupo com um único ataque de raio, matando instantaneamente Medesteles e Aletheion; Rhea vingou os companheiros decapitando a bruxa em fúria.
Revelação
O oráculo revelou destinos pessoais: Presthes é um semideus destinado a encontrar seu pai, Pythor; Rhea tem um encontro marcado na Necrópole de Telamok; Absolus deve buscar Demétria, a irmã corrompida do oráculo, no Templo de Musgo; Medesteles se interessou pela menção de Daemon, fundador da Academia.
Momento de personagem
O grupo selou o Juramento da Camaradagem com um brinde de vinho, unindo o destino de fama de todos os membros.
Revelação
Rhea descobre que Pythor é pai de seu filho perdido, Theron; Pythor garante que o menino está vivo e protegido, ligado à maldição que os separa.
Momento de personagem
Para evitar o sacrifício da princesa Anora, os cinco Escolhidos negociam com o comandante Gaius, da Ordem de Sidon, e conseguem tomar o lugar dela na Rocha de Estor: se sobreviverem à noite de lua cheia sem ajuda externa, a dívida sacrificial estará paga.
Momento de personagem
O grupo eliminou toda a ninhada de basiliscos que guardava a Rocha de Estor, destruindo os ovos, na véspera de serem acorrentados no lugar da princesa Anora.
Momento de personagem
O grupo sobreviveu à noite inteira acorrentado à Rocha de Estor, cumprindo o sacrifício no lugar da princesa Anora; o comandante Gaius foi forçado a reconhecer a dívida como paga e libertá-los.
Revelação
O grupo resgata Corina, sobrevivente ferida e em prantos, filha de Teryclis, cujos amigos foram atraídos e possivelmente mortos por uma misteriosa mulher chamada Demetria, que prometia riqueza e fama.
Revelação
Uma misteriosa mendiga se autodenomina "a Senhora dos Sonhos" e exige que Rhea se curve perante ela; ao ser ignorada duas vezes, ela se transforma em uma figura jovem e bela e se dissolve em névoa, revelando-se uma entidade sobrenatural disfarçada.
Perigo ambiental
Durante a disputa de queda de braço entre Rhea e um anão, um incidente mágico caótico provocado pela entidade Kyrah faz gemas dispararem como balas pela taverna, matando quatro anões instantaneamente — todos trazidos de volta pelas curas do grupo.
Revelação
Uma misteriosa figura encapuzada surge apenas para Rhea em meio a fumaça multicolorida, entregando-lhe uma Poção de Descanso Angelical vinculada em troca de uma marca de queimadura na mão — uma dívida a ser cobrada no futuro.
Momento de personagem
Rhea quase morre segurando a linha de frente sozinha contra o Rei Troglodita e sua guarda, caindo inconsciente uma vez antes de ser reanimada pelos curandeiros do grupo.
Revelação
Kyrah usa sua última intervenção divina possível para reviver Rhea e Presthes, ao custo permanente de transformar os "fios dourados" de ambos em "fios de bronze" — algo que ela jura nunca mais poder repetir.
Revelação
As Parcas revelam que o fio da vida de Rhea traz um remendo tosco feito por um Lich, que gastou nela um pergaminho de ressurreição verdadeira em uma sessão passada — motivo ainda desconhecido, que Absolus se compromete a investigar.
Evento
Vasculhando uma latrina imunda de trogloditas (e saindo envenenado por isso), Medesteles descobre um tesouro escondido: uma couraça e cota de malha de mitral, uma espada curta de adamantina e uma lança de adamantina, dividida entre ele e Rhea.
Perigo ambiental
Rhea desperta de uma petrificação causada por uma cocatriz enfrentada anteriormente; o grupo descansa 24 horas para reverter o efeito antes de retomar a exploração.
Evento
O grupo resolve um enigma na armadilha de um elevador de bronze na entrada da mina, decifrando que a palavra de segurança em dracônico era 'dragão' — evitando ser encharcado em óleo e incinerado.
Perigo ambiental
O grupo destrói a esfera gélida que prendia Salaces; a explosão de gelo quase mata todos — Rhea cai a zero de vida e desmaia, e Volkan e Kira também ficam gravemente feridos.
Revelação
O espírito de Zander liberta o machado senciente das mãos do minotauro derrotado e o entrega a Rhea, decisivo para vencer o combate.
Momento de personagem
O grupo realiza os ritos funerários de Presthes e Medesteles, cremando os corpos e gravando seus nomes na entrada da necrópole.
Revelação
O grupo completa as três tarefas do Oráculo (acender a Forja, beber do Chifre de Balmitria e reivindicar as armas dos Lordes Dragões), recuperando o machado de Zander, o escudo de Volkan e a couraça de Mitros — todos danificados e precisando ser reparados com o martelo de Pythor. O Chifre de Balmitria revela a visão de um item chamado anticítera, escondido no navio fantasma Ultros.
Revelação
Bestouro, um minotauro escravizado, luta por sua liberdade contra cinco soldados armados no ritual de abertura dos Grandes Jogos e vence de forma brutal, chocando toda a arena.
Revelação
Bestouro nocauteia Rhea com um único golpe em duelo amistoso, mas depois é derrotado em revanche 2 contra 1 por Rhea e Olga; impressionada, a rainha Valos tece um fio de destino de bronze no fio da vida de Bestouro, sinalizando que ele pode se tornar um futuro aliado do grupo.
Revelação
A equipe Escolhidos do Oráculo termina em segundo lugar no Grande Revezamento, conquistando a medalha de prata, e o Rei Acastus desce montado em um dragão de prata para entregar pessoalmente as medalhas, encerrando os Grandes Jogos.
Revelação
O grupo é magicamente desviado para um templo esquecido do deus Hélios, guardado por Zéfero, outro dos Quatro Ventos, que ataca o grupo para proteger o segredo do santuário.
Revelação
Ao aceitarem vinho e comida de Trelos em múltiplas visitas, o grupo firmou sem saber o sagrado laço da Amizade do Convidado; atacar o anfitrião sob esse laço é o crime mais grave de Tileia.
Revelação
Julgados pelas três Rainhas Erínias, o grupo descobre que as crianças penduradas não foram sequestradas, mas oferecidas voluntariamente pelos próprios pais como rito de iniciação de Lutéria — e todos os cinco são marcados com a Maldição do Traiçoeiro, uma cicatriz em X permanente que os torna alvo de caça pelas fúrias.
Revelação
Escoltados pela guarda de Gaius, líder da Ordem de Sidon, o grupo é publicamente acusado diante do rei e da rainha Valos pela destruição do templo de Lutéria; a aliada Kyra reconhece a marca da maldição, confessa ter errado e desaparece, e a rainha Valos retira seu apoio ao grupo.