Acorrentados à Rocha de Estor na noite de lua cheia, no lugar da princesa Anora, os Escolhidos do Oráculo enfrentam a última provação do sacrifício: arpias, crias da deusa Lutéria, descem para atacá-los. O grupo resiste bravamente, e Absolus consagra a morte da última arpia com um Produce Flame ritual, oferecendo o corpo a Tileia — um gesto que lhes rende uma bênção. Ao amanhecer, o grupo segue vivo e praticamente ileso, cumprindo o pacto: o comandante Gaius, atônito, é forçado a libertá-los e anunciar que a dívida do sacrifício está paga.
A cidade recebe os heróis em festa. O rei Pythor, embriagado de alegria, declara uma semana de celebrações e presenteia Presthes com o lendário Martelo de Pythor, arma que pertenceu a seu avô, além de oferecer uma lança de prata para o grupo. Mas o trabalho não termina: buscando o Chifre de Balmítria no Santuário do Dragão Palmítria, o grupo descobre pelo sacerdote elfo Exopo que o relicário foi assaltado na noite da confusão do sacrifício — o chifre foi roubado. Investigando manchas de vinho e pequenas pegadas de casco, o grupo identifica um rastro mágico que os leva para fora da cidade, atravessando 20 km ao sul até as profundezas de uma floresta densa, onde a sessão termina em plena perseguição ao ladrão.
Cena 1 · Abertura de combate
Arpias Descem sobre a Rocha de Estor
Acorrentados à Rocha de Estor sob a lua cheia no lugar da princesa Anora, os cinco Escolhidos veem arpias — crias da titã Lutéria — mergulharem das trevas para atacá-los, garras estendidas, iniciando a provação final do sacrifício.
Cena 2 · Golpe final
Absolus Consagra a Última Arpia a Tileia
Com a última arpia abatida, Absolus realiza um ritual de Produce Flame sobre o corpo da criatura, consagrando sua morte à deusa Tileia — um gesto de reverência que lhes rende uma bênção divina ao amanhecer.
Cena 3 · Momento de personagem
O Martelo de Pythor
De volta ao palácio em festa, o rei Pythor presenteia Presthes com seu lendário martelo de guerra — arma que pertenceu a seu próprio pai — reconhecendo publicamente o filho como herdeiro de seu legado.
Cena 4 · Revelação
O Chifre de Balmítria Foi Roubado
No Santuário do Dragão Palmítria, o sacerdote elfo Exopo revela ao grupo que o relicário foi assaltado na noite de confusão do sacrifício — o lendário Chifre de Balmítria desapareceu.
Cena 5 · Revelação
O Rastro Leva à Floresta Densa
Seguindo manchas de vinho derramado e pequenas pegadas de casco através de um rastro mágico, o grupo deixa a cidade para trás e se aprofunda 20 quilômetros ao sul, numa floresta cada vez mais densa, em perseguição ao ladrão do chifre.
Ficha da sessão
Locais visitados
- Rocha de Estor — Local do sacrifício, onde o grupo foi acorrentado durante a noite de lua cheia no lugar da princesa Anora.
- Palácio de Pythor — Cenário da celebração da vitória, onde o rei presenteia Presthes com seu martelo lendário.
- Santuário do Dragão Palmítria — Templo escavado na encosta de uma montanha, dedicado ao dragão lendário Palmítria, guardado pelo sacerdote elfo Exopo; abriga o relicário de onde o Chifre de Balmítria foi roubado.
Batalhas
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Arpias (crias de Lutéria) vitória
O grupo resistiu ao ataque das arpias durante a noite de sacrifício na Rocha de Estor; Absolus consagrou a morte da última arpia com um Produce Flame ritual em oferenda a Tileia, recebendo uma bênção divina.
Momentos-chave
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Momento de personagem O grupo sobreviveu à noite inteira acorrentado à Rocha de Estor, cumprindo o sacrifício no lugar da princesa Anora; o comandante Gaius foi forçado a reconhecer a dívida como paga e libertá-los.
Medesteles, Aletheion, Absolus, Rhea, Presthes
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Momento de personagem O rei Pythor presenteou Presthes com seu martelo de guerra lendário, o Martelo de Pythor, arma mágica que pertenceu a seu próprio pai, e ofereceu uma lança de prata ao grupo.
Presthes
- Revelação O grupo descobre que o Chifre de Balmítria foi roubado do relicário do Santuário do Dragão Palmítria na noite do sacrifício; um rastro mágico de manchas de vinho e pegadas de casco os leva 20km ao sul da cidade, para dentro de uma floresta densa.