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Retrato de Myrina

No grupo desde Os Grandes Jogos de Mitros

Myrina

Humana

Raça
Humana
Papel no grupo
Guerreira semidivina / combate corpo a corpo e persuasão (classe a confirmar)
Jogador(a)
Myrina
Aparece em
4 sessões
Primeira sessão
Os Grandes Jogos de Mitros

História

Semideusa; Volkan a reconhece como parecida com sua falecida filha Marina — ligada à antiga Mayrina, uma deusa menor da guerra que existiu no passado e teve um culto dedicado a ela. Recebeu uma espada forjada a partir de um fragmento de centelha divina (cedido por Volkan). Muito persuasiva — convenceu os juízes dos Grandes Jogos a acelerar a final. Reconhecida no grupo por seu cabelo bicolor marcante ('a moça de franja listrada'). Jogada pelo Gui, que participou de forma intermitente (precisou sair antecipadamente em algumas sessões). Substitui Medesteles no grupo a partir da sessão '2026-07-08'.

Aparência

Mulher humana madura, pele clara, expressão confiante com um leve sorriso e batom vinho escuro. Cabelo liso na altura dos ombros dividido drasticamente ao meio: um lado inteiramente preto, o outro inteiramente prateado/branco. Veste uma túnica preta de gola alta com botões ornamentados em prata, sob uma longa capa preta que arrasta o chão, com bordado prateado elaborado nas bordas (padrão grego em meandro combinado com motivos florais). Calça preta ajustada e botas pretas. Empunha uma espada longa de guarda e punho dourados/bronze, segurada casualmente com a ponta voltada para baixo; a outra mão no bolso, anel visível nos dedos. Postura relaxada e confiante. Fundo de templo grego em ruínas — colunas coríntias quebradas, um tambor de coluna caído no chão, céu tempestuoso e escuro com um brilho alaranjado no horizonte (crepúsculo). Ao fundo à direita, uma estátua de deusa guerreira com elmo, escudo e lança sobre um pedestal. Piso com padrão circular em mosaico sob seus pés.

Armas & magias

  • longsword (bronze hilt

    forged from a shard of divine spark, gift from Volkan)

Momentos na campanha

Revelação
Um nobre de Arésia recusa-se a competir ao lado de Horres, capitão de Sidon, por considerá-lo uma desonra, e entrega sua medalha de prata a Myrina para que ela possa ser cogitada ao Grande Revezamento.
Evento
Sem medalha própria, Myrina fica de fora do Grande Revezamento e o monge guerreiro Si se junta temporariamente aos Escolhidos do Oráculo para completar a equipe.
Perigo ambiental
Todo o grupo compartilha um pesadelo enviado pela titã Lutéria; Olga perde o livre-arbítrio e Myrina cai em catatonia/loucura por não terem a proteção da marca do sacrifício do javali.
Revelação
Ao aceitarem vinho e comida de Trelos em múltiplas visitas, o grupo firmou sem saber o sagrado laço da Amizade do Convidado; atacar o anfitrião sob esse laço é o crime mais grave de Tileia.
Revelação
Julgados pelas três Rainhas Erínias, o grupo descobre que as crianças penduradas não foram sequestradas, mas oferecidas voluntariamente pelos próprios pais como rito de iniciação de Lutéria — e todos os cinco são marcados com a Maldição do Traiçoeiro, uma cicatriz em X permanente que os torna alvo de caça pelas fúrias.
Revelação
Escoltados pela guarda de Gaius, líder da Ordem de Sidon, o grupo é publicamente acusado diante do rei e da rainha Valos pela destruição do templo de Lutéria; a aliada Kyra reconhece a marca da maldição, confessa ter errado e desaparece, e a rainha Valos retira seu apoio ao grupo.